Pois respondo já.
Se esses teus olhos não me levassem ao interior louco e questionável, jamais eu diria o quanto sinto.
Meu corpo se contorse apenas em imaginar os atos loucos dos quais tu és capaz ante meus atos oblíquos.
Veja só, quanta loucura me dizes... Parto do parto, do ato, do quarto. Do medo me visto, tido que jamais sereis capaz de devolver sequer um tapa.
Por que te questionas tanto? Jamais responderás! Viverás de um ódio infinito, te afastarás do que te causou alegria outrora. Larga-te de tanta infâmia e vista-te com a verdade doída mas verdadeira.